
A assessoria de Micarla de Sousa já elegeu o bode expiatório para a queda de sua candidata nas pesquisas. Trata-se do senador José Agripino Maia.
Ela avalia que a presença Agripino no palanque da candidata do PV trouxe mais estragos do que benefícios.
E explica em detalhes:
“Sem Agripino, Lula jamais teria botado os pés em Natal e a campanha estaria fria. Com o presidente aqui, Fátima ganhou o gás que precisava”.
A assessoria da candidata reconhece que cometeu um erro de estratégia quando permitiu que Agripino e Rosalba Ciarlini assumissem o papel de protagonistas da campanha.
“Com a radicalização, a sensação que temos é a de que a vitória de Micarla acabou se tornando secundária para o senador”, disse uma fonte ligada a candidata.
Faz sentido.

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