Iraneth Maria Dias Weiler, a chefe de gabinete de Lina Vieira, aparece no TSE como doadora da campanha de Fernando Henrique Cardoso para presidente da República em 1998"
O marido de Lina Vieira, Alexandre Firmino de Melo. É sócio da agência de publicidade Dois.A, de Natal.Um de seus sócios é o sobrinho de Garibaldi alves. A agência de publicidade, Dois,do marido de Lina Vieira realizou campanhas para o senador José Agripino Maia (DEM-RN).
Alexandre Firmino de Melo Filho é um homem milionário. Ele é um dos donos da maior gráfica do RN, um de seus hobbies é colecionar canetas Mon blanc. Dizem em RN, que ele ficou rico quando integrou o ministério da integração, no governo do Fernando Henrique Cardoso(PSDB).
A Procuradoria da República move desde 2001 ação contra Melo Filho por suposto desvio na Sudam, órgão que era vinculado à pasta.
Quem leu entrevista de Lina Vieira à "Tribuna do Norte", em que condena a falta de punição aos que enriquecem por meio da corrupção, ficou com a impressão de que a ex-titular da Receita será mais uma técnica a abraçar a política em 2010.
Factóide da oposição
domingo, 23 de agosto de 2009
domingo, 16 de agosto de 2009
Empresários boicotam debates sobre Conferência de Comunicação
Empresários de rádio, televisão e mídia impressa decidiram nesta semana boicotar os trabalhos da comissão preparatória para a 1º Conferência Nacional de Comunicação (Confecom). As entidades das empresas temeram ficar em minoria nas discussões sobre liberdade de expressão e livre associação. Um dos temas centrais da Conferência, marcada para dezembro, é o chamado “controle público dos meios de comunicação”.
O deputado Emiliano José (PT-BA) criticou o boicote dos empresários. “A ausência evidencia a falta de compromisso com as políticas públicas para o setor e reforça a necessidade de se discutir democracia e comunicação no Brasil. As empresas não querem discutir o futuro e o presente da comunicação no Brasil. Não querem debater a necessidade da democratização da comunicação no país. Mas a saída deles não vai nos intimidar e nem impedir que realizemos a Conferência”, afirmou.
O parlamentar lamentou a “postura elitista” do segmento empresarial da comunicação que, segundo ele, pretende ser “a única voz” a interpretar o Brasil. “Os grandes meios de comunicação pretendem continuar a serem atores solitários na emissão do discurso, na interpretação da realidade brasileira, por meio da estrutura mediática vigente”, disse Emiliano.
A decisão dos empresários não foi consensual. Das 8 entidades convidadas, 6 deixaram a Confecom: Associação Nacional de Jornais (ANJ), Associação Brasileira de Rádio e Televisão (Abert), Associação Nacional dos Editores de Revistas (Aner), Associação dos Jornais do Interior (Adjori), Associação Brasileira dos Provedores de Acesso, Serviços e Informações da Rede Internet (Abranet) e Associação Brasileira de TV por Assinatura (Abta). Ficaram na comissão a Associação Brasileira de Telecomunicações (Telebrasil) e a Associação Brasileira de Radiodifusão (Abra), que tem como sócios principais TV Bandeirantes e Rede TV!.
Para o ministro da Comunicações, Hélio Costa, a saída das entidades não significa “abandono da Confecom”. “Como elas tinham algumas dificuldades em apoiar determinados pontos na comissão, preferem não participar dessa última fase para que a gente complete a proposta de funcionamento da conferência e depois eles participam da conferência”, disse.
www.informes.org.br
O deputado Emiliano José (PT-BA) criticou o boicote dos empresários. “A ausência evidencia a falta de compromisso com as políticas públicas para o setor e reforça a necessidade de se discutir democracia e comunicação no Brasil. As empresas não querem discutir o futuro e o presente da comunicação no Brasil. Não querem debater a necessidade da democratização da comunicação no país. Mas a saída deles não vai nos intimidar e nem impedir que realizemos a Conferência”, afirmou.
O parlamentar lamentou a “postura elitista” do segmento empresarial da comunicação que, segundo ele, pretende ser “a única voz” a interpretar o Brasil. “Os grandes meios de comunicação pretendem continuar a serem atores solitários na emissão do discurso, na interpretação da realidade brasileira, por meio da estrutura mediática vigente”, disse Emiliano.
A decisão dos empresários não foi consensual. Das 8 entidades convidadas, 6 deixaram a Confecom: Associação Nacional de Jornais (ANJ), Associação Brasileira de Rádio e Televisão (Abert), Associação Nacional dos Editores de Revistas (Aner), Associação dos Jornais do Interior (Adjori), Associação Brasileira dos Provedores de Acesso, Serviços e Informações da Rede Internet (Abranet) e Associação Brasileira de TV por Assinatura (Abta). Ficaram na comissão a Associação Brasileira de Telecomunicações (Telebrasil) e a Associação Brasileira de Radiodifusão (Abra), que tem como sócios principais TV Bandeirantes e Rede TV!.
Para o ministro da Comunicações, Hélio Costa, a saída das entidades não significa “abandono da Confecom”. “Como elas tinham algumas dificuldades em apoiar determinados pontos na comissão, preferem não participar dessa última fase para que a gente complete a proposta de funcionamento da conferência e depois eles participam da conferência”, disse.
www.informes.org.br
sexta-feira, 7 de agosto de 2009
Senadora usou cota aérea para turismo
Senadora usou cota aérea para turismo
Rosalba Ciarlini (DEM-RN) custeou passagens e hospedagem em viagens nacionais e ao exterior para ela, parentes e amigos
Suplente do Conselho de Ética, senadora diz que cota podia ser utilizada "para o deslocamento" de pessoas que se julgasse "conveniente"
LEONARDO SOUZA
DA SUCURSAL DE BRASÍLIA
Suplente do Conselho de Ética do Senado, Rosalba Ciarlini (DEM-RN) usou verba pública para pagar viagens de turismo para ela, marido, filhos, além de outros parentes, amigos, o advogado e a mulher do advogado, no país e no exterior. Custeou passagens e, em alguns casos, até estada em hotéis.
Em seu primeiro mandato, ela bancou essas despesas com recursos de sua cota aérea, criada para permitir o deslocamento de congressistas no exercício da atividade parlamentar. O ato do Senado que regulamenta a concessão das passagens não prevê o uso da cota para pagamento de hotel.
A Folha obteve mais de 320 páginas de cartões de embarque e comprovantes de passagens e hospedagem descontadas da cota da senadora de maio de 2007 a fevereiro de 2008, somando cerca de R$ 160 mil. Foram mais de 240 viagens em menos de 300 dias -quase uma passagem por dia. Mais da metade dos bilhetes (124) foi emitida em nome de membros das famílias Ciarlini e Rosado (sobrenome de seu marido, Carlos Augusto).
Rosalba é o primeiro caso detalhado no Senado de descontrole no uso da cota aérea a vir a público. Em abril, foram dezenas de exemplos na Câmara, no escândalo conhecido como a "farra das passagens".
A senadora financiou, por exemplo, a vinda de sua filha Karla e do genro alemão Jan Nabendahl de Frankfurt para Natal, em novembro de 2007, ao custo de R$ 5.813. Presenteou outro membro da família, Luana Rosado, e uma pessoa chamada Tricia Maia com uma viagem para Lisboa, Barcelona e Paris, no valor de R$ 7.457.
Em 29 de fevereiro de 2008, Rosalba viajou para Estrasburgo, cidade turística francesa, onde passou duas semanas. Os bilhetes custaram R$ 3.376. No requerimento para se ausentar do país, ela só informou atividades de interesse parlamentar entre 4 e 8 de março.
Ela custeou também a hospedagem de seu filho Carlos Eduardo no Marina Park Fortaleza em junho de 2007. Nos dias 19 e 20 de julho, em pleno recesso, pagou a estada dela, do marido, do filho, do advogado Paulo Fernandes e da mulher dele, Olindia Fernandes, no Gran Meliá Mofarrej. A conta somou R$ 2.212,70.
Rosalba é cria política do líder do DEM no Senado, o também potiguar José Agripino Maia, e está em primeiro lugar na corrida para o governo do Rio Grande do Norte, em 2010, de acordo com pesquisas encomendadas por seu partido.
Apesar de dizer que não se recorda de todos os voos e gastos citados pela Folha, ela confirmou que usou sua cota para pagar passagens e estada para parentes, amigos e o advogado.
"Antes, [a cota] era vista mais como uma complementação que era de uso do parlamentar, que ele podia usar para o deslocamento seu, do cônjuge, de dependentes ou de pessoas que achasse que era conveniente."
Questionada se não sabia que é irregular o pagamento de hospedagem e passagens para parentes e amigos em situações sem relação com a atividade parlamentar, respondeu: "Eu cheguei aqui, senadora nova, a orientação era essa".
Até maio, o ato que regulamentava o uso da cota previa cinco bilhetes de ida e volta por mês para cada congressista, tendo como referência trechos (com tarifa cheia) que passam por Brasília, Rio e a capital do Estado do congressista. Por essa regra, a verba mensal de Rosalba era de cerca de R$ 22.400. O ato permitia acúmulo de recursos não usados, mas não abria a possibilidade para gastos com hospedagem nem custeio de viagens de turismo.
Em abril, após a revelação de gastos considerados abusivos no Congresso, a Mesa editou novo ato regulamentando o uso da cota. Foram criadas restrições, mas não foi aberta a hipótese de usar com estada.
A Diretoria Geral informou que o contrato com a empresa encarregada de gerir as despesas aéreas dos senadores, a Sphaera Turismo, prevê a prestação de outros serviços afins. Contudo, a própria Diretoria Geral confirmou que o novo ato não prevê o uso da cota para pagamento de hospedagem.
Rosalba Ciarlini (DEM-RN) custeou passagens e hospedagem em viagens nacionais e ao exterior para ela, parentes e amigos
Suplente do Conselho de Ética, senadora diz que cota podia ser utilizada "para o deslocamento" de pessoas que se julgasse "conveniente"
LEONARDO SOUZA
DA SUCURSAL DE BRASÍLIA
Suplente do Conselho de Ética do Senado, Rosalba Ciarlini (DEM-RN) usou verba pública para pagar viagens de turismo para ela, marido, filhos, além de outros parentes, amigos, o advogado e a mulher do advogado, no país e no exterior. Custeou passagens e, em alguns casos, até estada em hotéis.
Em seu primeiro mandato, ela bancou essas despesas com recursos de sua cota aérea, criada para permitir o deslocamento de congressistas no exercício da atividade parlamentar. O ato do Senado que regulamenta a concessão das passagens não prevê o uso da cota para pagamento de hotel.
A Folha obteve mais de 320 páginas de cartões de embarque e comprovantes de passagens e hospedagem descontadas da cota da senadora de maio de 2007 a fevereiro de 2008, somando cerca de R$ 160 mil. Foram mais de 240 viagens em menos de 300 dias -quase uma passagem por dia. Mais da metade dos bilhetes (124) foi emitida em nome de membros das famílias Ciarlini e Rosado (sobrenome de seu marido, Carlos Augusto).
Rosalba é o primeiro caso detalhado no Senado de descontrole no uso da cota aérea a vir a público. Em abril, foram dezenas de exemplos na Câmara, no escândalo conhecido como a "farra das passagens".
A senadora financiou, por exemplo, a vinda de sua filha Karla e do genro alemão Jan Nabendahl de Frankfurt para Natal, em novembro de 2007, ao custo de R$ 5.813. Presenteou outro membro da família, Luana Rosado, e uma pessoa chamada Tricia Maia com uma viagem para Lisboa, Barcelona e Paris, no valor de R$ 7.457.
Em 29 de fevereiro de 2008, Rosalba viajou para Estrasburgo, cidade turística francesa, onde passou duas semanas. Os bilhetes custaram R$ 3.376. No requerimento para se ausentar do país, ela só informou atividades de interesse parlamentar entre 4 e 8 de março.
Ela custeou também a hospedagem de seu filho Carlos Eduardo no Marina Park Fortaleza em junho de 2007. Nos dias 19 e 20 de julho, em pleno recesso, pagou a estada dela, do marido, do filho, do advogado Paulo Fernandes e da mulher dele, Olindia Fernandes, no Gran Meliá Mofarrej. A conta somou R$ 2.212,70.
Rosalba é cria política do líder do DEM no Senado, o também potiguar José Agripino Maia, e está em primeiro lugar na corrida para o governo do Rio Grande do Norte, em 2010, de acordo com pesquisas encomendadas por seu partido.
Apesar de dizer que não se recorda de todos os voos e gastos citados pela Folha, ela confirmou que usou sua cota para pagar passagens e estada para parentes, amigos e o advogado.
"Antes, [a cota] era vista mais como uma complementação que era de uso do parlamentar, que ele podia usar para o deslocamento seu, do cônjuge, de dependentes ou de pessoas que achasse que era conveniente."
Questionada se não sabia que é irregular o pagamento de hospedagem e passagens para parentes e amigos em situações sem relação com a atividade parlamentar, respondeu: "Eu cheguei aqui, senadora nova, a orientação era essa".
Até maio, o ato que regulamentava o uso da cota previa cinco bilhetes de ida e volta por mês para cada congressista, tendo como referência trechos (com tarifa cheia) que passam por Brasília, Rio e a capital do Estado do congressista. Por essa regra, a verba mensal de Rosalba era de cerca de R$ 22.400. O ato permitia acúmulo de recursos não usados, mas não abria a possibilidade para gastos com hospedagem nem custeio de viagens de turismo.
Em abril, após a revelação de gastos considerados abusivos no Congresso, a Mesa editou novo ato regulamentando o uso da cota. Foram criadas restrições, mas não foi aberta a hipótese de usar com estada.
A Diretoria Geral informou que o contrato com a empresa encarregada de gerir as despesas aéreas dos senadores, a Sphaera Turismo, prevê a prestação de outros serviços afins. Contudo, a própria Diretoria Geral confirmou que o novo ato não prevê o uso da cota para pagamento de hospedagem.
segunda-feira, 27 de julho de 2009
sexta-feira, 24 de julho de 2009
Quando a Cultura chega ao mundo do trabalho
Por Morgana Eneile
Em 2006, o Programa de Governo à reeleição do presidente Lula apontava para a criação do ticket cultural através do Programa de Cultura do Trabalhador Brasileiro, combinando renúncia fiscal com recursos próprios das empresas brasileiras.
A assinatura do presidente no projeto de lei do Vale Cultura, a ser enviado nesta quinta-feira (23) ao Congresso Nacional, cumpre o programa apresentado à sociedade de ampliar os mecanismos de acesso direto com um grande diferencial: a autonomia da escolha do produto cultural a ser utilizado. Com os R$ 50 recebidos pode o/a trabalhador/a optar por assistir um espetáculo ou ir ao cinema e ao museu, além de comprar livros, CDs e DVDs.
Há uma mudança de paradigma. Até hoje, os questionamentos sobre a frequência aos serviços culturais se baseava em relações “tostines”: o/a cidadão/ã não vai por que não “gosta” ou não “gosta” por que não tem recursos ou acesso?
Há ainda quem acredite que o benefício será utilizado apenas com o que é considerado “cultura de massa”, operando para ampliar o consumo de serviços já reconhecidos. De outro lado, várias pesquisas já indicaram ser o valor dos ingressos um impeditivo para o acesso. Existe no senso comum uma descrença na capacidade de reflexão por parte do/a trabalhador/a sobre a escolha. Pode até ser que num primeiro momento este utilize os recursos nos tais produtos, mas abre-se uma condição na construção da agenda cultural de cada família atendida, que, ao passar na porta de um espaço cultural, o reconheça como uma possibilidade real e programável.
Outra mudança sensível se dará na pauta sindical.
A luta do movimento sindical brasileiro cumpre um papel fundamental na garantia, manutenção e ampliação dos direitos de trabalhadores e trabalhadoras, bem como historicamente ampliou a pauta das condições em que o exercício do trabalho ocorre, como saúde e segurança, com alimentação, com a família, quando defende as creches e auxílios maternidade e paternidade, e com a formação e educação profissionalizante.
Hoje, 23 de julho de 2009, a luta do movimento sindical poderá se ampliar ao tempo livre. Chegamos ao tempo de buscar a qualidade deste tempo. De compreender que são necessários mais que garantias para a sobrevivência e existência. A luta pelo ócio produtivo, de contemplação do belo e do bom, do alimento da alma.
A qualidade do trabalho passa por ter a oportunidade de construir reflexões sobre seu próprio modo de vida e seu lugar no mundo. O movimento sindical tem a oportunidade de incluir na pauta de cada reivindicação e acordo este benefício. Do mesmo modo que se construíram os vales alimentação e transporte e o seguro saúde, não será sem luta.
Esta vitória é de toda a sociedade. Do segmento da Cultura porque injetará cerca de 600 milhões no mercado, ampliando a economia e as oportunidades para os/as trabalhadores/as culturais. Mas, principalmente, de todos que produzem no seu cotidiano a riqueza do país.
Morgana Eneile é secretária Nacional de Cultura do PT
Em 2006, o Programa de Governo à reeleição do presidente Lula apontava para a criação do ticket cultural através do Programa de Cultura do Trabalhador Brasileiro, combinando renúncia fiscal com recursos próprios das empresas brasileiras.
A assinatura do presidente no projeto de lei do Vale Cultura, a ser enviado nesta quinta-feira (23) ao Congresso Nacional, cumpre o programa apresentado à sociedade de ampliar os mecanismos de acesso direto com um grande diferencial: a autonomia da escolha do produto cultural a ser utilizado. Com os R$ 50 recebidos pode o/a trabalhador/a optar por assistir um espetáculo ou ir ao cinema e ao museu, além de comprar livros, CDs e DVDs.
Há uma mudança de paradigma. Até hoje, os questionamentos sobre a frequência aos serviços culturais se baseava em relações “tostines”: o/a cidadão/ã não vai por que não “gosta” ou não “gosta” por que não tem recursos ou acesso?
Há ainda quem acredite que o benefício será utilizado apenas com o que é considerado “cultura de massa”, operando para ampliar o consumo de serviços já reconhecidos. De outro lado, várias pesquisas já indicaram ser o valor dos ingressos um impeditivo para o acesso. Existe no senso comum uma descrença na capacidade de reflexão por parte do/a trabalhador/a sobre a escolha. Pode até ser que num primeiro momento este utilize os recursos nos tais produtos, mas abre-se uma condição na construção da agenda cultural de cada família atendida, que, ao passar na porta de um espaço cultural, o reconheça como uma possibilidade real e programável.
Outra mudança sensível se dará na pauta sindical.
A luta do movimento sindical brasileiro cumpre um papel fundamental na garantia, manutenção e ampliação dos direitos de trabalhadores e trabalhadoras, bem como historicamente ampliou a pauta das condições em que o exercício do trabalho ocorre, como saúde e segurança, com alimentação, com a família, quando defende as creches e auxílios maternidade e paternidade, e com a formação e educação profissionalizante.
Hoje, 23 de julho de 2009, a luta do movimento sindical poderá se ampliar ao tempo livre. Chegamos ao tempo de buscar a qualidade deste tempo. De compreender que são necessários mais que garantias para a sobrevivência e existência. A luta pelo ócio produtivo, de contemplação do belo e do bom, do alimento da alma.
A qualidade do trabalho passa por ter a oportunidade de construir reflexões sobre seu próprio modo de vida e seu lugar no mundo. O movimento sindical tem a oportunidade de incluir na pauta de cada reivindicação e acordo este benefício. Do mesmo modo que se construíram os vales alimentação e transporte e o seguro saúde, não será sem luta.
Esta vitória é de toda a sociedade. Do segmento da Cultura porque injetará cerca de 600 milhões no mercado, ampliando a economia e as oportunidades para os/as trabalhadores/as culturais. Mas, principalmente, de todos que produzem no seu cotidiano a riqueza do país.
Morgana Eneile é secretária Nacional de Cultura do PT
quarta-feira, 22 de julho de 2009
Agora só faltam as putas
Só podia partir do Democratas, que nasceu Arena, transformou-se em PDS, virou PFL e depois trocou adotou o novo nome na tentativa (vã) de apagar o passado, a ação impetrada no Supremo Tribunal Federal para suspender o registro dos 652 candidatos negros aprovados no recente vestibular da Universidade de Brasília graças ao sistema de cotas raciais.
O preconceito histórico e a discriminação permanente dos correligionários do senador potiguar José Agripino Maia contra os excluídos não é de hoje, nem de ontem, mas de sempre.
Eles também não gostam de pobres, tanto que vivem criticando e condenando os programas sociais que o governo do presidente Lula instituiu para melhorar a vida de 35 milhões de brasileiros esquecidos por séculos de indiferença.
Agora, para fechar a trinca e ressuscitar o ditado antigo, espúrio e desrespeitoso que todos conhecemos, mas pensávamos estar enterrado e descartado para sempre, só falta abrir fogo contra as putas.
(http://www.nominuto.com/blog/brasilia-urgente/)
O preconceito histórico e a discriminação permanente dos correligionários do senador potiguar José Agripino Maia contra os excluídos não é de hoje, nem de ontem, mas de sempre.
Eles também não gostam de pobres, tanto que vivem criticando e condenando os programas sociais que o governo do presidente Lula instituiu para melhorar a vida de 35 milhões de brasileiros esquecidos por séculos de indiferença.
Agora, para fechar a trinca e ressuscitar o ditado antigo, espúrio e desrespeitoso que todos conhecemos, mas pensávamos estar enterrado e descartado para sempre, só falta abrir fogo contra as putas.
(http://www.nominuto.com/blog/brasilia-urgente/)
sexta-feira, 17 de julho de 2009
ABIH esclarece farra com dinheiro do contribuinte
A Associação Brasileira da Indústria de Hotéis, seccional do Rio Grande do Norte esclarece:
As trezentas mil pilas do Voo Colombo não foram gastas apenas em passagens, como insinuam as má línguas.
A ABIH/RN também ficou responsável por pagar a conta de hospedagem, alimentação, locação de espaço no shopping et cetara e tal.
Do Trapo:
Foi a maior boca-livre dos últimos tempos.
Enquanto isso, o turismo afunda em Natal na mesma proporção em que aumenta a buraqueira nas ruas da cidade.
E hoje, a prefeita Micarla de Sousa participou de uma solenidade importante: a entrega de três motolâncias ao Samu.
Para quem não tem coisa mais substancial para mostrar, é um acontecimento e tanto.
Fonte: http://trapoferino.zip.net/
As trezentas mil pilas do Voo Colombo não foram gastas apenas em passagens, como insinuam as má línguas.
A ABIH/RN também ficou responsável por pagar a conta de hospedagem, alimentação, locação de espaço no shopping et cetara e tal.
Do Trapo:
Foi a maior boca-livre dos últimos tempos.
Enquanto isso, o turismo afunda em Natal na mesma proporção em que aumenta a buraqueira nas ruas da cidade.
E hoje, a prefeita Micarla de Sousa participou de uma solenidade importante: a entrega de três motolâncias ao Samu.
Para quem não tem coisa mais substancial para mostrar, é um acontecimento e tanto.
Fonte: http://trapoferino.zip.net/
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