Só podia partir do Democratas, que nasceu Arena, transformou-se em PDS, virou PFL e depois trocou adotou o novo nome na tentativa (vã) de apagar o passado, a ação impetrada no Supremo Tribunal Federal para suspender o registro dos 652 candidatos negros aprovados no recente vestibular da Universidade de Brasília graças ao sistema de cotas raciais.
O preconceito histórico e a discriminação permanente dos correligionários do senador potiguar José Agripino Maia contra os excluídos não é de hoje, nem de ontem, mas de sempre.
Eles também não gostam de pobres, tanto que vivem criticando e condenando os programas sociais que o governo do presidente Lula instituiu para melhorar a vida de 35 milhões de brasileiros esquecidos por séculos de indiferença.
Agora, para fechar a trinca e ressuscitar o ditado antigo, espúrio e desrespeitoso que todos conhecemos, mas pensávamos estar enterrado e descartado para sempre, só falta abrir fogo contra as putas.
(http://www.nominuto.com/blog/brasilia-urgente/)
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